23/12/2015
Errar é humano, cometer o mesmo erro é Dilmice
Igor Triverio, empresário de Porto Velho - Rondônia.


Existem situações que nos deixam perplexos com tamanha insanidade pelas quais são realizadas e a condução da política econômica da Presidente Dilma Rousseff é um exemplo, é como um alcoólatra, em uma clínica de reabilitação, perguntasse aos responsáveis como seria o tratamento e estes respondessem: “Beba mais bebida alcoólica para se livrar do alcoolismo”.  Parece uma resposta improvável ou inexistente, mas essa é a surreal solução da Presidente Dilma para a economia brasileira. As políticas econômicas iniciadas no segundo mandato do Presidente Lula e aprofundadas no Governo Dilma, resultaram nessa crise econômica que vivenciamos e com a nomeação de Nelson Barbosa como ministro da Fazenda, demonstra a continuidade da mesma receita, ou seja, tem tudo para dar errado. E ainda confirmada pelo líder do PT na Câmara, o deputado José Guimarães que disse a pérola de que precisamos de “Mais Governo e Menos Mercado”.

O nome da política econômica defendida por Dilma se chama a “Nova Matriz Econômica” que basicamente significa a intervenção do Estado Brasileiro na economia, ou seja, não basta o governo ser incompetente na educação e saúde, também deve fazer estragos na economia. O Instituto Ludwig Von Mises Brasil publicou diversos artigos elucidativos sobre estas intervenções, e devo destacar o artigo “O trágico legado da “Nova Matriz Econômica” – um resumo cronológico (com dados atualizados)” - http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=2120, demonstrando como o governo Dilma realizou diversos atos contra a nação por pura crença ideológica em que o Estado deve ser onipotente e condutor da vida de seus cidadãos, lembrando a frase do líder fascista italiano Benito Mussolini “Tudo no Estado, nada contra o Estado, e nada fora do Estado”. Como o Estado intervém na economia? Fazendo benesses com dinheiro do contribuinte, regulando em excesso a atividade econômica, disponibilizado excesso de crédito de bancos públicos, fazendo desmandos nas empresas estatais e esquecendo a responsabilidade fiscal e inflacionária.  Estas combinações podem geram euforia em curto prazo, mas o resultado a médio e longo prazo será sempre o voo da galinha, não há sustentabilidade econômica. Assim aconteceu no Brasil desenvolvimentista de JK ao Governo Militar e acontece na Venezuela de Maduro e na Argentina dos Kirchner (O Novo presidente Macri já está realizando mudanças).

Estes exemplos citados sempre deixaram a liberdade econômica em segundo plano, pois tais governantes buscam um “bem maior”, mesmo que isto resulte na miséria da população. Entretanto, estes governantes continuaram na riqueza e vivendo às custas da população. O Estado Brasileiro precisa se desamarrar e permitir que as pessoas tenham oportunidades para empreender e usufruir do resultado deste trabalho. Necessitamos de “Mais Mercado”, e este mercado não é exclusivamente o Mercado Financeiro como querem nos fazer acreditar, mas a lanchonete, o mercadinho do bairro, a loja de roupas... Somos nós o mercado, desde os empreendedores a empregados, pois na realidade, somos todos consumidores que fazem trocas voluntárias, dinheiro por produto e serviço sem coerção. E deste relacionamento gera a abertura de empresas, novos empregos, bônus de resultado, investimento, aumento de salário, mão de obra qualificada, produtos melhores e mais baratos, arrecadação de tributos... Enfim, o Poder deve ser nosso e para tanto necessitamos de mudanças no comportamento econômico do brasileiro e permitir que o lucro e o sucesso honesto sejam metas individuais de cada um e precisamos escolher políticos que não atrapalhem a economia e que façam seu dever de casa em melhorar os sistemas de saúde, de educação e da segurança pública. Mas principalmente devemos escolher que modelo seguir, o fracassado modelo Petista de “Mais Governo” ou o caminho da Liberdade e da Prosperidade Econômica do “Mais Mercado”.




 


Fonte: Igor Triverio